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| Lygia Clark, em estúdio, trabalhando em "Arquitetura Biológica" |
O primeiro trabalho pesquisado foi "Arquiteturas Biológicas" de Lygia Clark. A obra consiste de um vestível formado por material simples que, apesar de analógico, potencializa a interação pela quantidade de possibilidades de interação que esse oferece quando usado por mais de uma pessoa. Aqui se encontra o mais genuíno da obra de Clark: O objeto que só faz sentido quando em uso.
O outro trabalho escolhido foi a instalação "Fiztania". Não concordo com a ideia do grupo de escolher esse trabalho em específico, já que haviam outros vários projetos que incentivavam muito mais a interação entre as pessoas. Aqui, ao contrário do primeiro caso, o ambiente é totalmente digital. No entanto, este é pouco programático e restringe o usuário a um "check up interativo". A lógica do processo é muito finalística e a relações entre usuários é precária.

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