quinta-feira, 7 de julho de 2016

Seminário de Interação

      Procurando aprimorar-nos em relação às arquiteturas interativas e como se dá a interatividade entre pessoas e objetos (e entre as pessoas que utilizam o objeto) pesquisamos e apresentamos, em sala, dois trabalhos, de criadores diferentes, que procuram potencializar a relação entre os usuários do objeto.

 
Lygia Clark, em estúdio, trabalhando em "Arquitetura Biológica"

     O primeiro trabalho pesquisado foi "Arquiteturas Biológicas" de Lygia Clark. A obra consiste de um vestível formado por material simples que, apesar de analógico, potencializa a interação pela quantidade de possibilidades de interação que esse oferece quando usado por mais de uma pessoa. Aqui se encontra o mais genuíno da obra de Clark: O objeto que só faz sentido quando em uso.


O outro trabalho escolhido foi a instalação "Fiztania". Não concordo com a ideia do grupo de escolher esse trabalho em específico, já que haviam outros vários projetos que incentivavam muito mais a interação entre as pessoas. Aqui, ao contrário do primeiro caso, o ambiente é totalmente digital. No entanto, este é pouco programático e restringe o usuário a um "check up interativo". A lógica do processo é muito finalística e a relações entre usuários é precária.







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